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Whisky de Malte: Feito apenas de cevada maltada em pot stills de cobre, este é o whisky original das Terras Altas da Escócia. O whisky de malte é fabricado no Japão desde a década de 1920 e hoje também é produzido no Canadá, em partes da Ásia (em pequena escala) e em quase todos os países da Europa. O “single malt” é o produto de uma única destilaria.

Blended Malt: Enquanto o single malt é o produto de apenas uma destilaria, um blended malt é uma mistura de whiskies de malte de mais de uma.

Em 1853, Andrew Usher, comerciante de bebidas com base em Edimburgo, lançou a primeira marca moderna de whisky escocês do mundo – Old Vatted Glenlivet.

Presumindo que não havia spirit de grãos na mistura, hoje em dia, a bebida pode ser chamada de blended malt, definida pela Scotch Whisky Association como “um blend de whiskies escoceses single malt destilados em mais de uma destilaria”.

 

Blends: Os blends são uma mistura de whisky de malte e whisky de grão e costumam ter uma proporção de 40% de malte e 60% de grão. Os blends de luxo levam mais malte. Representam 92% dos whiskies escoceses.

Red Label

Whisky de Grão: Destilado em um alambique contínuo, o whisky de grão é feito tipicamente de trigo ou milho e de cevada maltada ou não maltada. Embora seja mais utilizado em blending, alguns são engarrafados como whisky de grão.

 

Whisky de Centeio: Embora seja relativamente raro nos dias de hoje, o whisky de centeio é o whisky americano original. A bebida deve conter pelo menos 51% de centeio e ser maturada no mínimo 02 anos em barris virgens de carvalho branco queimados. O Canadá produz uma quantidade grande de whisky de centeio, com processo de classificação de bebida diferente dos americanos.

Bourbon: Para um whisky ser considerado Bourbon, deve conter, pelo menos, 51% de milho na mistura triturada e o restante precisa ser composto de cevada, trigo ou centeio. A bebida tem de ser maturada por, no mínimo, 02 anos em barris virgens de carvalho branco chamuscados.

Whisky do Tennessee: Feito de forma muito parecida com a do Bourbon, com pelo menos 51% de milho, o whisky do Tennessee é filtrado por uma camada espessa de carvão de bordo de açúcar. Esse método é conhecido como processo do condado de Lincoln.

Corn Whiskey: O corn whiskey é destilado a partir de um mash fermentado com no mínimo 80% de milho. É o único whiskey americano que não precisa ser envelhecido em barris novos, queimados por dentro, e para o qual não é especificado período mínimo de maturação. Muitas vezes é vendido novo e claro e, quando é envelhecido, tende a ser por alguns meses, não por anos.

Pure Pot Still Whisky: Feito de uma mistura de cevada maltada e não maltada em um alambique tradicional, o pure pot still whiskey é muito apreciado pelos irlandeses.

O pure pot still é um estilo tão irlandês quanto o Leprechaun.

Whisky Canadense: Grande parte do whisky canadense é blended, cujo estilo é leve e suave – seu sabor suave vem de um spirit de base muito puro, e sua leveza é a combinação dos elementos do blended. Glen Berton é o único whisky canadense que não é blended, mas sim um single malt. A produção é feita em alambiques de coluna, mas cada blended usa entre 15 e 50 whiskies.

 

Whisky Japonês: A indústria japonesa do whisky surgiu, nos anos 1920, de uma parceria entre Shijiro Torri, dono de uma importadora de whiskies escoceses, e Masataka Taketsuru, destilador que havia estudado a produção de whisky na Escócia.

As minúcias da produção de whisky – a água, a cevada, os tipos de levedo, o mashing, a fermentação, a destilação e a maturação em diferentes carvalhos – foram investigadas a fundo pelos japoneses. Isso permite às empresas produzirem uma ampla gama de sabores de single malt em uma só destilaria, o que afasta o single malt japonês do modelo escocês.

 

Whisky Europeu: Nos últimos anos, algumas destilarias européias – a maior parte de pequena escala – expandiram seus negócios na produção de whisky. No norte, essas operações são uma extensão de cervejarias; no sul, os alambiques são usados tanto para o brandy como para o whisky. Por isso os whiskies do sul da Europa são mais frutados que os do norte. O emprego de cascos usados para a maturação de vinho também dá sabores doces aos whiskies.

Fora o Mackmyra, feito na Suécia, poucos são encontrados fora de seus países de origem. Outras pequenas produções de whisky são Weutz (Áustria), Fisselier (França), Brasch, Gruel, Höhler, Zaiser e Rabel (Alemanha),  Maison Les Vignettes e Bauernhof (Suíça).

 

Whisky Asiático: A produção de bebidas destiladas teve início com os expatriados europeus no século XVIII. Bebidas ocidentais, como gim e whisky, eram conhecidas como Locally Made Foregin Liquor (LMF, Bebida Estrangeira Feita Localmente). Na Índia, o raj britânico a nomeou Indian Made Foreign Liquor (IMFL, Bebida Estrangeira feita na Índia).


Categorias de whisky asiático:

 

Álcool Extra Neutro (ENA) - feito por fermentação e destilação em alambiques tipicamente de melado, arroz, painço, trigo-sarraceno ou cevada. Os whiskies asíaticos são feitos de ENA com essência de whisky e outros flavorizantes artificiais.

 

Blended Whisky - mistura de whisky ENA e malt. Se houver declaração de idade, será a do whisky importado.

 

Malt whisky - blends de 100% malt whiskies são qualificados se forem maturados por pelo menos 03 anos.

 

Single Malt - feitos de cevada maltada em uma só destilaria. Desde que maturados por no mínimo 03 anos.

 

 

Whisky da Oceania: A Austrália e a Nova Zelândia têm um pequeno número de destilarias produzindo malt. Alguns deles têm sido comparados com os melhores escoceses. Na Tasmânia - Austrália, em particular, há condições ideais para a produção do whisky. No entanto, os whiskies desses 2 países dificilmente são encontrados fora dos mercados domésticos.





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